segunda-feira, 18 de maio de 2009

Que poco son los indios y muchas indias en la aldea, sabes

Sendo menina, eu sei bem o que significa a frase “não tem nada mais perigoso que um homem charmoso”. Se faz diferença do lado de cá, no de lá tem que fazem também. E daí que meu atual maior horror não ele não gostar de volta de mim... mas sim a dúvida se, por acaso, qualquer alguém goste.

Será que eu tenho aquela coisinha a mais que intriga um cara a correr atrás, mesmo que seja um qualquer, mesmo que não seja quem eu quero? O tal do “sal”, do “mais”, do “tempero”... da coisa que não permite que você seja sumariamente rotulada de sem graça, eu tenho? Porque aqui não é questão de ser bonita ou feia, gorda ou magra, alta ou baixa. É puro comportamento. Ou você tem, ou não tem.

É o maldito “charme”. Quem tem? Tem como quantificar? É subjetivo? Depende do gosto? Fulanos acham um charme meninas que não bebem e usam saias, cicranos preferem as porras- loucas que se jogam loucamente. O que faz com que as primeiras e as segundas estejam dentro da mesma categoria, meninas com sal?

Discutindo assim, como quem não quer nada, quem tem mais sal? Scarlett Johanson ou a Penélope Cruz? Porque eu te juro que é a Penélope Cruz mas até agora não achei uma alma viva do sexo masculino que concordasse comigo.

E eu percebo que eu não vou chegar a self-conclusion alguma porque eu não entendo.

Talvez o ideal seja não me questionar se eu tenho ou não, e simplesmente acreditar que sim. Só um pouco de confiança já deve ser considerado como um salzinho, não? =p

domingo, 17 de maio de 2009

a eterna repetição.

Não ouse roubar a minha solidão, se não fores capaz de me fazer real companhia.


Êeee, bom e velho Friederich.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pra lembrar de mim

Uma histérica. Me definiu assim por umas muitas horas. Olhava pra mim e pensava "uma histérica". Aliás, essa definição nem me incomodar, incomoda. Sempre fui dramática, nunca fui controlada, sempre tendi sim a histeria. Histérica.

Que mais que eu fui? Ah, "a vítima". Não que achasse que eu fosse, mas achava que eu estava me fazendo de vítima. Que eu sempre ia reverter as coisas de uma maneira que ele fosse culpado e eu fosse a pobrezinha. Ou seja, histérica e "a vítima".

Em algum momento eu fui Alice? Eu fui eu? Porque eu estou com saudades de ser eu. Ser Alice tanto para você, quanto para mim. Principalmente para mim. Tenho que ser definida como Alice por várias horas. Não como histérica. Não como vítima. Deixa eu voltar a ser Alice?

"Fake until you make it".