eu estou lendo o livro da Paula Dip sobre o Caio Fernando Abreu. O livro tem um nome bonito "Para sempre teu, Caio F.". A verdade é que é meio triste o tanto que o Caio caiu no banal hoje, em perfis do orkut, sendo que ele era tão sensacional. E o livro em si tá longe de ser uma obra fantástica, ela nem escreve muito bem, galere.
Mas é que eu vou lendo e fico imaginando a voz da Kamila. Ai o Caio diz que queria ser amado pelas coisas que escreveu... e eu imagino a Kamila dizendo "aiaiai, mas eu te amo! eu amo! amo muito!". É engraçado.
O Caio me deixa mais perto de você, querida.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Para sempre teu,
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Alice
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17:14
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sábado, 12 de setembro de 2009
Olá!
Faz tanto tempo que eu não escrevo aqui. Tenho saudades sabia? Saudades de muita coisa que passei com vocês! Alias estou numa época bem saudosa e reflexiva.
É muito estranho estar em contagem regressiva para sua vida mudar. É estranho ver como a vida das pessoas que estão em nossa volta também muda. Olhem só para nós, por exemplo. Voltem seis, quatro anos atrás... quanta coisa diferente não é? Quantos lugares, quantas pessoas, quantas sensações, quantas alegrias, quantas tristezas, quantas lágrimas, quantos sorrisos...
Esse tem sido um ano difícil. Ao mesmo tempo que é o ano do "marco", o "último", é meu ano de reestrutura. Não é fácil um ano ter tanto peso e tanto significado. Eu sabia que ao final dele eu ia estar estressada, angustiada, mas não imaginei que seria assim. Não diria que é mais e nem menos do que imaginei, apenas diferente. Mas nada nunca é como a gente imagina, certo?
Torçam para tudo dar certo comigo, sim?
Queria estar mais presente na vida de vocês, e vocês dentro da minha, como era antes.
Amo todas! Beijos e beijos.
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Isabella
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11:11
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sábado, 22 de agosto de 2009
"podem ficar com a realidade
esse baixo astral
em que tudo entra pelo cano
eu quero viver de verdade
eu fico com o cinema americano"
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Bellinha
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15:32
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domingo, 12 de julho de 2009
And the fun’s not fun anymore

Na sua fantasia, eles são melhores. Nela, eles nunca têm outra. Nela, eles se vestem bem. Nela, eles sempre te dizem as coisas certas. Nela, eles te escutaaaam!
Eles jamais se atrasam, gostam das músicas certas, estão dispostos a sempre te levar em casa e principalmente, pegam bem. Super bem. Super, ui ui ui, bem.
Os reais? Os reais são um merda, namoram e traem, se vestem com aquelas jaquetas ridículas, tentando parecer um The Doors, ou um peão ou até mesmo um mendigo, vai saber que look eles procuram. Na vida real, eles falam merda atrás de merda, 1001 maneiras diferentes de deixar seu coração em pedacinhos, diariamente. E não te entendem. NÃO-TE-ENTENDEM!
A realidade é cruel, eles te fazem esperar, ouvem sertanejo ou sabe-se lá que atrocidade musical cometível há mais no mundo, te deixam sozinha em uma cidade por pretextos tipo "eu precisava dormir". Na vida real, I think they're really mean, they're supposed to care, but they never make you scream!
Cara, mil vezes o tenista. Sacoléqueé, né?
escrito por
Alice
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08:33
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domingo, 14 de junho de 2009
paz, eu quero paz.
quero dançar com outro par, pra variar amor.
não dá mais pra fingir que ainda não vi as cicatrizes que ela fez,
se dessa vez ela é senhora desse amor.
Pois vá embora por favor,
que não demora pra essa dor
sangrar.
MOVE ON DOS BROTHERES. o/
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linee.
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17:17
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terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
A pimentinha do seu chilli
Fazendo do seu feijão com carne moída mais gostoso do que você imaginaria.
Tem gente que não gosta de cebola, gente que não gosta de azeite, de cominho, de pimentão, de sazon, de caldo de galinha knorr. Tem gente que não gosta de sal.
Tem gente com alergia à alho, cebolinha, corante amarelo de Tartrazina - ok, esse só da cor -... Mas tem gosto pra tudo, né? Tem gente que não gosta de tempero nenhum. E há quem não coma sem pimenta, tabasco, molho de soja, ketchup, mostarda... E, sabe? Ainda bem.
É claro que eu gosto de pensar que eu tenho o "it factor". O sal. O charme, a... picância? Mas, sabe? Se não houver, eu só espero que haja alguém que veja graça nisso também.
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Bazinha
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17:48
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Que poco son los indios y muchas indias en la aldea, sabes
Sendo menina, eu sei bem o que significa a frase “não tem nada mais perigoso que um homem charmoso”. Se faz diferença do lado de cá, no de lá tem que fazem também. E daí que meu atual maior horror não ele não gostar de volta de mim... mas sim a dúvida se, por acaso, qualquer alguém goste.
Será que eu tenho aquela coisinha a mais que intriga um cara a correr atrás, mesmo que seja um qualquer, mesmo que não seja quem eu quero? O tal do “sal”, do “mais”, do “tempero”... da coisa que não permite que você seja sumariamente rotulada de sem graça, eu tenho? Porque aqui não é questão de ser bonita ou feia, gorda ou magra, alta ou baixa. É puro comportamento. Ou você tem, ou não tem.
É o maldito “charme”. Quem tem? Tem como quantificar? É subjetivo? Depende do gosto? Fulanos acham um charme meninas que não bebem e usam saias, cicranos preferem as porras- loucas que se jogam loucamente. O que faz com que as primeiras e as segundas estejam dentro da mesma categoria, meninas com sal?
Discutindo assim, como quem não quer nada, quem tem mais sal? Scarlett Johanson ou a Penélope Cruz? Porque eu te juro que é a Penélope Cruz mas até agora não achei uma alma viva do sexo masculino que concordasse comigo.
E eu percebo que eu não vou chegar a self-conclusion alguma porque eu não entendo.
Talvez o ideal seja não me questionar se eu tenho ou não, e simplesmente acreditar que sim. Só um pouco de confiança já deve ser considerado como um salzinho, não? =p
escrito por
Alice
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10:34
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domingo, 17 de maio de 2009
a eterna repetição.
Não ouse roubar a minha solidão, se não fores capaz de me fazer real companhia.
Êeee, bom e velho Friederich.
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linee.
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13:58
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
Pra lembrar de mim
Uma histérica. Me definiu assim por umas muitas horas. Olhava pra mim e pensava "uma histérica". Aliás, essa definição nem me incomodar, incomoda. Sempre fui dramática, nunca fui controlada, sempre tendi sim a histeria. Histérica.
Que mais que eu fui? Ah, "a vítima". Não que achasse que eu fosse, mas achava que eu estava me fazendo de vítima. Que eu sempre ia reverter as coisas de uma maneira que ele fosse culpado e eu fosse a pobrezinha. Ou seja, histérica e "a vítima".
Em algum momento eu fui Alice? Eu fui eu? Porque eu estou com saudades de ser eu. Ser Alice tanto para você, quanto para mim. Principalmente para mim. Tenho que ser definida como Alice por várias horas. Não como histérica. Não como vítima. Deixa eu voltar a ser Alice?
"Fake until you make it".
escrito por
Alice
às
07:49
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